Relançamento de Orgulho e preconceito, um presente de final de ano

Em celebração aos 20 anos de seu lançamento, Orgulho e Preconceito retorna em 10 de dezembro de 2025.

O longa Orgulho e Preconceito, dirigido por Joe Wright, recebeu quatro indicações ao Oscar

Lançamento: em 16 de setembro de 2005 no Reino Unido, e nos EUA 11 de novembro de 2005.

Gênero: Drama, Romance

Direção: Joe Wright

Roteiro: Emma Thompson

Duração: 2h 9min/2005/ 16+

Elenco: Keira Knightley, Matthew Macfadyen, Rosamund Pike

Título original: Pride and Prejudice

Em 2005 aconteceu a adaptação cinematográfica de Orgulho e Preconceito;  a história de amor que supera preconceitos entre Elizabeth e Darcy. 

O filme de Joe Wright, é considerado como uma das adaptações mais encantadoras e comoventes já feitas de Austen ou de qualquer outro autor. 

Além do sucesso da direção perfeita, muita emoção  e muito encanto vem das interpretações de Keira Knightley, que interpreta Mis Elizabeth Bennet, uma linda  jovem que possui suas próprias opiniões, que é gentil, mas também muito sagaz. “Elas são todas tolas e ignorantes como as outras meninas”, diz seu pai no romance, “mas Lizzie tem algo a mais de perspicácia do que suas irmãs”.

Como acontece com muitos filmes britânicos, Orgulho e Preconceito tem um elenco excelente do começo ao fim.

Judi Dench traz uma honestidade implacável ao seu papel como árbitra da sociedade; Sutherland é hilário como um homem que vive rodeado de mulheres e considera isso uma bênção e um destino; e  Blethyn, como sua esposa, encontra um equilíbrio entre os lados mercenário e amoroso de sua personagem. 

O longa teve uma grande e boa recepção e recebeu quatro indicações ao Oscar, incluindo a de melhor atriz para Knightley

Todavia, alguns fãs de Jane Austen o adoram, outros nem tanto. 

Na verdade, depois de muitos anos e de várias assistidas, continua a acreditar que os pontos positivos certamente anulam os negativos.

Primeira imagem de “Orgulho e Preconceito” – Divulgação/Netflix

Quem é a autora de Orgulho e Preconceito?

A autora do romance Orgulho e Preconceito (1813), Jane Austen (1775/1817), viveu durante fortes eventos que marcaram a história, como a Guerra da Independência Norte-Americana, a Revolução Francesa, as Guerras Napoleônicas e grande parte da Regência do Rei George 4º. 

A autora nunca deixou o sul da Inglaterra, morreu em Winchester e nunca se casou, embora tenha recebido mais de uma proposta de casamento.

Observadora perspicaz, Jane Austen retratou a sociedade inglesa da época com detalhes e muitas vezes irônicos. 

Em seus romances, Austen sempre retratou temas sobre a maneira de viver, os costumes e as diferenças de classe, de uma sociedade do interior da Inglaterra.

As protagonistas de Jane Austen sempre foram femininas e todas inteligentes, sagazes e com muita perspicácia; a autora sempre destaca os enormes obstáculos que as mulheres enfrentam para conseguirem sua independência.

Embora escrito no século XIX, o romance nunca perdeu sua atualidade, por isso, este relançamento em comemoração aos 20 anos do lançamento do filme, em 2006.

Para quem toda vida amou Orgulho e Preconceito fica a dica:

Há uma nova  adaptação de Orgulho e Preconceito, desta vez em série que  está chegando à Netflix. 

O que foi divulgado até agora

A autora best-seller Dolly Alderton (Tudo o Que Sei Sobre o Amor) e o diretor Euros Lyn (Heartstopper) iniciaram a produção de sua adaptação de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

A minissérie de seis episódios já havia anunciado três de seus protagonistas: a vencedora do Globo de Ouro Emma Corrin (Nosferatu, Black Mirror) e o vencedor do BAFTA Jack Lowden (Slow Horses, Benediction) como Elizabeth Bennet e Sr. Darcy, e a vencedora do Oscar Olivia Colman (A Favorita, The Crown) como Sra. Bennet. 

Novas informações sobre o elenco também foram divulgadas: juntam-se a eles Rufus Sewell, Freya Mavor, Jamie Demetriou, Daryl McCormack, Rhea Norwood, Siena Kelly e Louis Partridge

Quem está escrevendo e dirigindo?

Dolly Alderton assina a adaptação do romance de Austen para a Netflix.

Para quem não conhece, Dolly Alderton é colunista do The Sunday Times, autora e roteirista britânica.Seu livro de memórias, Tudo o Que Sei Sobre o Amor, ganhou o Prêmio Nacional do Livro de 2018, a autora disse recentemente que foi um privilégio escrever a adaptação para a Netflix.

Jane Austen escreveu sobre temas universais, como o amor, diferenças de classe e, claro, a importância de superar preconceitos pessoais – o romance, Orgulho e Preconceito mantém sua atualidade, e seus temas relevantes,  ao longo de mais de dois séculos.

O formato inicial da minissérie conta com seis episódios. 

A intenção do criador da minissérie é se manter fiel ao romance original, capturando o humor e a inteligência de Austen, enquanto explora temas atemporais de classe, amor e preconceito.

A propósito, a Netflix já explorou obras de Jane Austen e agora tenta uma nova adaptação, depois do sucesso de Bridgerton.

A intenção é agradar fãs antigos e atrair novos espectadores para a história clássica de Lizzie e Mr.Darcy.

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